Os programas de inclusão digital promovidos pelo Governo Federal nos últimos anos fizeram com que a venda de hardware sofresse um verdadeiro “boom”. Nunca antes tantos itens de hardware como impressoras, computadores e tantos outros foram vendidos em nosso país. Cada vez é maior o parque de hardware instalado nas empresas e nas residências de todas as classes sociais. Notadamente, nas mais baixas.

Isso, de alguma forma, pode ser considerado um elemento alvissareiro e de forte significado emblemático para a população mais carente de nossas grandes cidades. Pois assim, foi-lhes dada à possibilidade de possuir um elemento que possibilitaria uma alavancagem em sua forma de obter informações e cultura geral. Da mesma forma, determinados itens de hardware tornaram muito mais acessíveis a esta parcela da população a preparação para concursos e a comunicação com parentes e pessoas distantes.
O comércio especializado nunca vendeu tantos itens de hardware como nos últimos tempos. Gerando um grande número de empregos e de oportunidades para a melhoria de vida de um número crescente de pessoas. Paralelamente a isso, as fábricas e as montadoras de hardware existentes em nosso país começaram a contratar mais e mais empregados a fim de fazer frente às exigências do mercado interno e aos pedidos de exportação de hardware que também representam uma grande parcela do mercado.
Nunca antes a indústria do hardware viveu um momento tão repleto de prosperidade e de avanço como agora. Deixando de ser um palavrão incompreensível, o hardware agora fazia parte da vida de um número cada vez maior de lares e de famílias brasileiras. Antes totalmente alijadas desse tipo de consumo.
Assim, proliferaram-se lojas, sites e mini-shoppings que vendem toda a sorte de itens de hardware existentes. A importação também cresceu e, com a queda do dólar, o golpe definitivo foi dado na carestia. Hoje, chegamos a valores facilmente acessíveis para preços de hardware como notebooks, impressoras, monitores de LCD e monitores e TVs LED de vários tamanhos além de diversos outros componentes. Definitivamente, o hardware não era mais um impeditivo para que alguém comprasse um computador de mesa ou portátil.
No rastro da venda de hardware, cresceram também as oportunidades para outras profissões e profissionais ligados à área. Técnicos em manutenção de hardware, professores de informática, analistas, webdesign e uma série quase infinita de disciplinas ligadas à informática.
Como tudo que é bom, o boom do hardware também tem o seu lado negro. Com a necessidade de profissionais capacitados para dar assistência a esse enorme parque de hardware instalado, fez com que empresários inescrupulosos criassem “cursos” que funcionam meramente como caça-níqueis e formam técnicos em manutenção de hardware sem qualquer capacidade real de solucionar problemas e que causam muito mais prejuízos para usuários incautos e inexperientes do que qualquer outro problema de hardware.
Fábricas e montadoras de hardware começaram a “pipocar” por toda parte e a vender muito. Como se preocupavam apenas em fornecer equipamentos de baixo custo, muitos dos que compraram esses equipamentos amargaram problemas insolúveis de hardware e tiveram um grande prejuízo com isso. E, logo depois do estrago feito, elas simplesmente sumiam e seus proprietários jamais foram punidos.
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3 de Set de 2008 at 5:36 pm
sera que existêm gatantias qaunto ao envio de dinheiro para o pagamanto do curso pela Intenet.